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Pré-Natal

PRÉ-NATAL

O Pré-Natal se configura como um acompanhamento médico necessário para assegurar a saúde e o bem-estar do bebê, permitindo às mães um parto seguro e tranquilo e evitando problemas que possam trazer riscos à vida da criança como a pré-eclâmpsia, a diabetes gestacional, o parto prematuro e até o aborto. Durante este período, também são realizados exames laboratoriais com o objetivo de detectar e tratar doenças da mãe possam prejudicar o bebê ou o desenvolvimento do útero.

Para mães de primeira viagem, o Pré-Natal se torna ainda mais importante, já que, muitas vezes, estão não sabem como lidar com sua gestação. Nas consultas mensais que compõem este período do Pré-Natal ela poderá receber de seu médico todas as orientações sobre como deve agir durante sua gestação. Os cuidados mais comuns transmitidos às mães durante o Pré-Natal são os seguintes:

• Manter uma alimentação saudável;

• Praticar atividades físicas de maneira segura e sem exageros;

• Monitorar o peso, afim de que a gestante não ganhe mais peso do que o necessário;

• Evitar ingestão de álcool;

• Evitar fumar cigarros e outras drogas;

• Repor vitaminas: Nas primeiras semanas de gestação, com o objetivo de prevenir contra más formações do feto, é recomendada principalmente a ingestão de ácido fólico.

Geralmente, o Pré-Natal é divido pelos profissionais de saúde em trimestres.

O ideal é que os exames de Pré-Natal comecem a ser feitos logo após a descoberta da gravidez ou antes que a paciente complete três meses de gestação. Isto porque alguns exames devem ser feitos logo no início da gestação.

Entre os exames que costumam ser pedidos às pacientes estão:

Ultrassom: Identifica a idade gestacional e detecta más formações do feto;

Exame de urina: Para prevenir contra infecções urinárias que possam levar à um parto prematuro ou à lesões mais graves que ponham em risco a saúde da criança;

Exame para diagnóstico de hepatite B: Caso ele seja detectado, a mãe recebe orientações para que não ocorra uma transmissão vertical, processo no qual o vírus passa da mãe para o filho;

Exame para diagnóstico de rubéola: Além de causar más formações do feto, pode provocar um aborto;

Exame para diagnóstico de toxoplasmose e sífilis: Doenças que também causam más formações da criança através da transmissão vertical;

Anti-HIV: Identifica presença do vírus da AIDS no sangue da mãe. Se o resultado der positivo, o médico poderá passar alguns medicamentos que diminuam as chances de contágio do bebê;

Grupo sanguíneo e fator Rh: Detectar uma incompatibilidade sanguínea entre a mãe e o feto, que pode causar o óbito da criança;

Glicemia: Detecta a presença da diabetes gestacional na mãe.